terça-feira, 2 de junho de 2009

ALGUMAS DICAS DE COMO MONTAR UM OTIMO SERMÃO


O QUE FAZER PARA QUE MINHA ORAÇÃO SEJA OUVIDA  (Esboços de Sermões)escrito em quarta 27 maio 2009 18:44

Blog de estudosbiblicos :Estudos Bíblicos, O QUE FAZER PARA QUE MINHA ORAÇÃO SEJA OUVIDA

(4 PASSOS PARA ATINGIR O CORAÇÃO DE DEUS)

 

        Lc. 1:13 a

 Mas o Anjo lhe disse: Zacarias, não temas porque tua oração foi ouvida.

 

2 Crônicas 7:14

 

A Bíblia diz sabiamente que os ouvidos de Deus não estão agravados para que não possa nos ouvir (Is 59:1b), sim é verdade, Ele está pronto para nos ouvir a qualquer momento que clamarmos por Ele, porém Ele nos fala em um sentido mais intimo: Eu ouvirei dos céus! Quando Deus fala que ouvirá a nossa oração, não se refere apenas de ouvir o som das nossas palavras, mas fala de senti-las, de tomar parte do nosso sofrimento, de dividir conosco as nossas dores e aflições e principalmente de responder em tempo oportuno e de maneira eficaz tudo que pedimos.

 

Sua mão está sempre pronta para nos salvar, mesmo nos piores momentos da nossa vida. (Is 59:1ª).

 

No entanto precisamos ter alguns requisitos para que nossa oração chegue até o coração

De Deus e no texto destacado podemos conferir quais são esses requisitos:

 

1-  Humilhação. Precisamos nos humilhar diante de Deus, reconhecendo que Ele é senhor e nós servos e que dependemos dEle em tudo, como fez aquele publicano (Lucas 18:13) -  O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!

2-  Oração. A oração sempre vem depois da humilhação, antes é necessário estarmos quebrantados diante de Deus, como fez Ana, mãe de Samuel:  (I Samuel 1:10) - Ela, pois, com amargura de alma, orou ao SENHOR, e chorou abundantemente.

3- Buscar a face do senhor. Precisamos buscar a Deus com todas as nossas forças, chegar próximo dEle, para podermos receber a Sua graça. (Jeremias 29:13) - E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração.

      

4-Arrependimento. Quando nos arrependemos diante do Senhor ele imediatamente nos atende, pois Deus jamais despresará um coração arrependido. (Salmos 51:17) - Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração    quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.

     

      Deus ouviu a oração de Zacarias, ouviu a oração de Daniel. (Dn. 10:12), ouviu a oração de Ana! Ele também ouvirá a tua oração, quando orares obedecendo a esses requisitos.       (Jó 22:27a) - Orarás a ele, e ele te ouvirá. 

 

Dc. Roberto Basílio
robertobasil@hotmail.com

 

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Como Elaborar Esboços e Sermões  (Esboços de Sermões)escrito em quinta 22 janeiro 2009 22:56

Os esboços de pregação não têm uma forma rígida. Podem variar muito, mas aqui vão algumas dicas que podem servir como base para sua elaboração.

A estrutura do esboço é a mesma da pregação. O esboço será então um roteiro para o pregador não se perder durante a pregação, ou mesmo para não se esquecer dos pontos mais importantes da mensagem. Em outras palavras, é um mapa com alguns pontos de referência.

Em resumo, o esboço PODERÁ ter:

1- Tema da mensagem

2- Texto base

3- Introdução

4- Tópico 1

5- Tópico 2

6- Tópico 3

- Ilustração (?)

7- Conclusão

Vamos analisar cada parte.

Tema da mensagem - É o titulo do assunto a ser tratado, ou o nome da mensagem. Em alguns casos a gente fala o titulo na hora da pregação, outras vezes não é necessário. Mas, no esboço a gente coloca. É bom para se ter um rumo determinado na mensagem e também facilitar depois a escolha de um esboço entre muitos que a gente tem guardado. Quem vai pregar deve ter claro o assunto que vai ser tratado. Não basta escolher um versículo e subir ao púlpito. Isso pode ate acontecer, e Deus pode usar, mas não deve ser a regra. Pode ser que o pregador comece a falar sobre um assunto e dali mude para outro e para outro, e, no fim, não passou nada de consistente. Então, vamos escolher um tema definido. Por exemplo: "A vinda de Cristo ao mundo" é o titulo de uma mensagem evangelística.

Texto base: Toda pregação precisa ter um texto bíblico como base. Este é o fundamento que vai dar autoridade a toda a mensagem. Normalmente, o texto é pequeno: 1 versículo ou 2, ou 3. Raramente se deve utilizar um capitulo todo. Só quando o capitulo estiver todo relacionado ao mesmo assunto. Se eu for falar sobre a oração do Pai Nosso, não preciso ler todo o capitulo 6 de Mateus. No caso do nosso exemplo (A vinda de Cristo ao mundo), usaremos o texto de I Timóteo 1.15:

"Fiel é esta palavra e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal."

Introdução: É o início da pregação. Existem inúmeras maneiras de se começar uma pregação. Por exemplo: "Nesta noite, eu gostaria de compartilhar com os irmãos a respeito do assunto tal..." ou "No texto que acabamos de ler, temos as palavras de Paulo a respeito da vinda de Cristo ao mundo." Para muitas pessoas, a primeira frase é a mais difícil. Apesar de muitas alternativas, o ideal é que a introdução seja algo que prenda logo
a atenção dos ouvintes, despertando-lhes o interesse para todo o restante da mensagem. Pode-se então começar com uma ilustração, um relato interessante sobre algo que esteja relacionado com o assunto da pregação. Um outro recurso muito bom é começar com uma pergunta para o auditório, cuja resposta será dada pelo pregador durante a mensagem. Se for uma pergunta interessante, a atenção do povo esta garantida até o final da palestra. Voltando ao nosso exemplo, poderíamos começar a mensagem perguntando: "Você sabe para que Jesus veio ao mundo? Nossa mensagem desta noite pretende responder a essa pergunta tão importante para todos nós."

Tópicos - Os tópicos são as divisões lógicas do assunto, ou a divisão mais lógica possível. Por exemplo, se o titulo da minha mensagem for "O Maior Problema da Humanidade", eu poderia ter os seguintes tópicos: 1- a corrupção da humanidade; 2 - as conseqüências do pecado; 3 - a solução divina para o homem. A divisão em três tópicos é aconselhável por ser um numero pequeno, de modo que o povo tenha facilidade de acompanhar o raciocínio do pregador, sem perder o fio da meada. Podemos ate mudar esse numero, mas o resultado pode ser uma mensagem complexa. Os tópicos devem ser organizados numa ordem que demonstre o desenvolvimento natural do tema, de modo que os ouvintes vão sendo levados a compreender gradualmente o assunto até a conclusão.

Em algumas mensagens, os tópicos podem ser argumentos a favor de uma idéia que se quer defender com o sermão. Será bom se eles estiverem organizados de maneira que os mais interessantes ou mais importantes sejam deixados por ultimo, de modo que, a mensagem vai se tornando cada vez mais significativa, mais consistente e mais interessante a cada momento ate chegar à conclusão. Se você usar seu melhor argumento logo no inicio, sua mensagem ficara fraca no final.

Em alguns casos, o próprio texto bíblico já tem sua própria divisão, que usaremos para formar nossos tópicos. O texto de I Timóteo 1.15 é assim. Dele tiramos os seguintes tópicos:

1 - Jesus veio ao mundo - Falar sobre a aceitação geral da vinda de Jesus. Todos crêem que ele veio.

2 - Para salvar os pecadores - Falar sobre diversas idéias que as pessoas tem sobre o objetivo da vinda de Cristo, e qual foi sua real missão.

3 - Dos quais eu sou o principal - Falar sobre a importância do reconhecimento do pecador para que a obra de Cristo tenha eficácia em sua vida.

Um outro exemplo de divisão natural é João 3.16:

1 - Deus amou o mundo. Falar sobre o amor de forma geral e sobre o amor de Deus.
2 - Deu o seu Filho Unigênito - O amor de Deus em ação. Deus não ficou na teoria.
3 - Para que todo aquele que nele crê não pereça mas tenha a vida eterna - O objetivo da ação de Deus.

Esse versículo é riquíssimo. Podemos elaborar varias mensagens dentro dele. É importante prestarmos atenção a esse detalhe. Se, de repente, tivermos um entendimento muito profundo de um versículo, é melhor que elaborar mais de um sermão, do que tentar colocar tudo em um só, fazendo um sermão muito longo ou complexo, principalmente quando o texto permitir vários ângulos de abordagem, ou contiver mais de um assunto. Uma duração ideal para um sermão é trinta minutos. Quarenta, só em casos especiais. Já um estudo bíblico pode durar uma hora. Logicamente, o Espírito Santo pode quebrar esses limites, mas creio que ele não faz isso com freqüência.

Ilustrações - Ilustrações são ditados, provérbios (não necessariamente os de Salomão) ou pequenas histórias que exemplificam o assunto da mensagem ou reforçam sua importância. Como alguém já disse, as ilustrações são as "janelas" do sermão. Por elas entra a luz, que faz com que a mensagem se torne mais clara, mais compreensível. Muitas vezes, os argumentos que usamos podem ser difíceis, ou obscuros, mas, quando colocamos uma ilustração, tudo se torna mais fácil para o ouvinte. Existem muitas historinhas por aí que não aconteceram de fato e são usadas para ilustrar mensagens. Não há problema em usá-las. Podem ser comparadas às parábolas bíblicas. Entretanto, é importante que o pregador diga que aquilo é apenas uma ilustração. As ilustrações são muito importantes, porque despertam o interesse dos ouvintes, eliminam as distrações e ficam gravadas na memória. Pode ser que, na segunda-feira, os irmãos não se lembrem de muita coisa do sermão de domingo, mas será bem mais fácil lembrar das ilustrações, dos casos contados como exemplo, e, juntamente com essa lembrança, será também lembrado um importante ensinamento. No exemplo da mensagem de I Timóteo, poderíamos usar uma ilustração no tópico 3, mencionando que um doente precisa reconhecer sua doença para ser curado, ou contando um curta historia sobre um doente que reconheceu ou não sua doença. Não é obrigatório o uso de ilustrações no sermão. Se não tiver nenhuma, paciência. Às vezes, os próprios relatos bíblicos já ilustram muito
bem os assuntos que abordamos. Outro detalhe a se observar: não é bom usar muitas ilustrações na mesma mensagem, pois a mesma perderia sua consistência e seria mais uma coleção de contos. Como dissemos, ilustração é luz, e luz demais pode ofuscar a visão.

Conclusão - A conclusão será o ápice da mensagem, o fechamento. Não basta fazer como aquele pregador que disse: "Pronto! Terminei." A conclusão é a idéia ou conjunto de idéias construídas a partir dos argumentos apresentados no decorrer da mensagem. Nesse momento pode-se fazer uma rápida citação dos tópicos, dando-lhes uma "amarração" final. Nessa parte, normalmente se convida para o posicionamento dos ouvintes em relação ao tema. Ainda não é o apelo. O pregador incentiva as pessoas a tomarem determinada decisão em relação ao assunto pregado. Depois desse incentivo, dessa proposta, o assunto está encerrado e pode-se fazer o apelo, se for o caso, e/ou uma oração final. No caso do nosso exemplo (A vinda de Cristo ao mundo), poderíamos concluir convidando os ouvintes a reconhecerem sua condição de pecadores, para que o objetivo da primeira vinda de Cristo se concretize na vida de cada um. Para fechar bem podemos encerrar dizendo que Cristo vira outra vez a este mundo para buscar aqueles que tiverem se rendido ao evangelho.

O esboço deve ser o menor possível. Pode-se, por exemplo, usar uma frase para cada parte. Pode haver determinado tópico representado por uma única palavra. O esboço é o "esqueleto" da mensagem. Coloca-se o que for suficiente para lembrar ao pregador o conteúdo de cada divisão. Se uma palavra ou uma frase não forem suficientes, pode-se
colocar mais, mas com o cuidado de não se elaborar um esboço muito grande, de modo que o pregador poderia ficar perdido no próprio esboço na hora de pregar. Então, o recurso que deveria ser útil torna-se um problema. Opcionalmente, o pregador pode fazer o esboço, bem pequeno e, em outro papel, fazer um resumo da mensagem. No púlpito, só o esboço será usado. O destino do resumo será o arquivamento. Em outra ocasião, quando o pregador for usar o mesmo sermão, o resumo será muito útil. Se ele tiver
guardado apenas um esboço muito curto, este poderá não ser suficiente para lembrá-lo de todo o conteúdo de sua mensagem.

Eis aqui o esboço que construímos durante essa explicação:

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Introdução : Você sabe para quê Jesus Cristo veio ao mundo?

Tópico 1 - "Jesus veio ao mundo" - Falar sobre a aceitação geral da vinda de Jesus. Todos crêem que ele veio (ate os ímpios).

Tópico 2 - "Para salvar os pecadores" - Falar sobre diversas idéias que as pessoas tem sobre o objetivo da vinda de Cristo. Fundar uma religião? Dar um golpe de estado? Ensinar uma nova filosofia de vida? Qual foi sua real missão? Salvar os pecadores.

Tópico 3 - "Dos quais eu sou o principal" - Falar sobre a importância do reconhecimento do pecador para que a obra de Cristo tenha eficácia em sua vida. Ilustração: O doente precisa reconhecer sua doença.

Conclusão : Uma idéia clara sobre o objetivo da vinda de Cristo. Um reconhecimento pessoal da condição de pecado. Aceitação de Cristo como Salvador.


A PREGAÇÃO

É aconselhável que o pregador faça um curso de oratória. Entretanto, mesmo não se podendo fazê-lo, o talento e a prática podem desenvolver bastante as habilidades de quem fala em público. A observação de outros pregadores, as críticas construtivas dos ouvintes e algumas dicas de pessoas experientes no assunto poderão ser muito úteis.
Vão aqui algumas considerações sobre a pregação:
1 - O domínio do assunto a ser falado é o princípio da segurança do orador. Portanto, estude bem o assunto com antecedência.
2 - Ao falar, evite ficar andando de um lado para outro. Isso cansa as pessoas. O orador pode andar mas não o tempo todo.
3 - Evite repetições excessivas de frases ou palavras. Por exemplo, algumas pessoas falam o "né" no fim de cada frase. Isso cansa e desvia a atenção de quem ouve.
4 - Para não se perder, use um esboço com algumas frases ou palavras que vão ajudá-lo na seqüência da palestra ou pregação. Porém, não é aconselhável que se escreva toda a mensagem para se ler na hora. Isso torna a palestra monótona. Escreva apenas algumas frases norteadoras.
5 - Ao falar não fique olhando apenas em uma direção ou apenas para uma pessoa. Procure ir dirigindo seu olhar para as várias pessoas no auditório.
6 - Falar corretamente é fundamental. Se houver algum problema nesse caso, procure fazer um curso de língua portuguesa. Os termos chulos e as gírias não são admitidos na pregação.
7 - O outro extremo também é problemático. Procure não utilizar palavras muito difíceis, a não ser que esteja disposto a também explicar o significado. O uso de termos complexos ou estrangeiros demonstra erudição do orador mas pode inutilizar a mensagem se os ouvintes não forem capazes de compreendê-la.
8 - O uso de gestos é bom mas deve ser praticado com moderação e cuidado. Não use gestos ofensivos. Não use gestos que não combinem com o assunto. Imagine que alguém esteja falando sobre a ceia do Senhor e ao mesmo tempo pulando ou batendo palmas. Não combina.
9 - O tom de voz também é importante. É bom que seja variado. Se você falar o tempo todo com voz suave, o povo poderá dormir. Se você gritar o tempo todo, talvez as pessoas não vão querer ouvi-lo novamente. O tom de voz deve acompanhar o desenvolvimento do assunto, apresentando ênfase e volume nos pontos mais importantes, nos apelos ou nas conclusões que se quer destacar. O falar suave e o falar alto e enfático devem ocorrer alternadamente para não cansar o ouvido do público.
10 - Em se tratando de sermões sobre temas bíblicos, é fundamental que o pregador tenha orado antes de falar e que também esteja se consagrando ao Senhor para falar com unção e autoridade.
11 - O nervosismo e a timidez devem ser tratados com a prática. O início é mesmo difícil, mas com o tempo e a perseverança, a segurança vem. Não existe outro caminho. Algumas pessoas aconselham a começar falando sozinho diante do espelho para treinar. Não sei se isso resolve. O certo é que começar com uma platéia pequena é mais aconselhável. O nervosismo será menor. Antes de falar no templo, será melhor começar nos cultos domésticos.
12 - Outro detalhe importante é a duração da palestra. Se for um sermão em igreja, o tempo deve ser de até 30 minutos. Se o assunto for maravilhoso e envolvente, então pode até chegar aos 40 minutos. Estudos bíblicos podem durar 1 hora. Em acampamentos esse tempo pode até se estender um pouco mais. Não existem regras para isso, mas apenas percepções práticas. Esses limites podem variar dependendo do lugar, do propósito, do auditório, e de muitos outros fatores. Mas, de forma geral, esses tempos sugeridos são razoáveis. Se quisermos ir muito além, poderemos cansar muito o auditório e o que passar do limite não será mais captado nem aproveitado pelos ouvintes.

Fonte: MonteSiao.pro.br 

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TRANSFORMANDO O NOSSO CARÁTER  (Esboços de Sermões)escrito em sábado 08 novembro 2008 21:21

Blog de estudosbiblicos :Estudos Bíblicos, TRANSFORMANDO O NOSSO CARÁTER

O nosso Deus tem prazer em transformar vidas, mudar comportamentos, restaurar o homem... Cada personagem bíblico que foi trabalhado por Deus foi transformado. Alguns precisavam até mudar de nome: Abrão p/Abraão; Sarai p/Sara; Saulo p/Paulo; Talvez a maior mudança no caráter tenha acontecido com um homem que era enrolão, mentiroso, enganador... Jacó p/Israel!
Tudo isso fala de Transformação de Caráter, transformação do interior, da alma. Não adianta nada a pessoa mudar exteriormente sem ter mudado interiormente! Muitos acham até que ninguém muda o caráter... Pois nós conhecemos um Deus que Muda...!

I – ATRAVÉS DE HÁBITOS SALUTARES
Ilustração: É como mudar um hábito alimentar... É necessário determinação, disposição, força de vontade... Talvez eu tenha exagerado, pois mudar o caráter é bem mais fácil...!
1.1 – Isso não acontece da noite para o dia, salvo exceções: Esse processo é uma Santificação que conquistamos dia após dia...;
1.2 – Isso não acontece sem “Dor”: Mudar o caráter vai trazer “falsas dores” na carne, assim como na “crise de abstinência” no tratamento de dependentes químicos...;
1.3 – Isso não acontece sem Esforço: É preciso lutar para Mudar o Caráter, mudar Maus Hábitos, Livrar-se de influências pecaminosas...;
1.4 – Isso acontece adotando-se Bons Hábitos: “Os hábitos de um homem tornam-se seu caráter”; Você é o que faz; Vejamos alguns hábitos a serem adotados: Oração, Adoração, Leitura Bíblica.

Ilustração: Paulo ensina bons hábitos p/os crentes: EF 4:25 a 5:1-4;
1.5 – Isso Acontece Adotando-se “BONS AMIGOS”: I COR 15:33.

II- ATRAVÉS DE UM DISCIPULADO EFICAZ
Ninguém consegue mudar seu caráter sozinho!Você vai precisar de ajuda! Você vai precisar confiar em alguém! E esse alguém é o seu Discipulador!
2.1 – Confissão: Tiago 5:16 / I Tes 5:11. Jesus nos mandou fazer Discípulos e no Discipulado Ninguém Anda Sozinho! Essa não é uma caminhada solitária... Jesus nos deixou o Seu Espírito... E também nos deixou nossos Discipuladores...! Precisamos “Uns dos Outros”!
2.2 – Modelo Exemplar: I Cor 11:1 – Esse é o nosso Padrão...! E como Discipuladores, precisamos ter um Caráter de Excelência, pois seremos Modelo para formar outros... Não queremos reproduzir nos outros os nossos erros, defeitos e falhas de caráter...!
2.3 – Submissão e Humildade: Sem a Humildade de se deixar tratar, sem estarmos Submissos a alguém que exerça autoridade sobre nós, jamais avançaremos no Discipulado, no Moldar o Caráter. Precisamos delegar a alguém a Autoridade sobre nós!

Ilustração: Pastor me pedindo: “Mande em mim”!
2.4 – Prestação de Contas: Tudo o que fizermos, devemos prestar contas a alguém! Não somos “soldados sem quartel, sem general”, Não fomos largados no mundo sem termos uma Autoridade sobre nós, sem termos responsabilidades ou sem alguém a quem devemos dar satisfação. Deus instituiu Suas Autoridades Representativas para Cuidar de Nós! RM 13:1-6!!!
2.5 – Novas Ações: Mudamos o nosso Caráter quando Mudamos as nossas Atitudes! O Evangelho traz Mudança de vida, mente, comportamento, caráter... Conversão é “mudar de rumo”!
2.6 – Confrontação: I COR 4:14 “Não vos escrevo essas coisas p/vos envergonhar, pelo contrário, para vos admoestar como a filhos...”! Ás vezes o Discipulador fica com vergonha de “Admoestar/Confrontar”...!!!

III- ATRAVÉS DA AÇÃO PODEROSA DE DEUS
Deus nos criou a Sua Imagem e Semelhança, mas com o Pecado, essa Imagem foi “desfigurada, deturpada, desviada”. Só Deus é quem pode restaurar essa Imagem d'Ele em cada um de nós, pois Ele sabe como nos fez, Ele nos conhece, Ele nos projetou...

Ilustração: Deus mostrou esse trabalho de Transformação de Caráter a Jeremias, levando-o a um Oleiro: JER 18:1-6,11!
Quando existe algum mau hábito que tem deformado o nosso caráter, devemos entregá-lo ao Senhor e confessar para Ele e dizer: Sr.! Não Consigo... Aí Ele vem com a sua Misericórdia e Amor e Faz um Milagre...!

CONCLUSÃO: Deus Mudou o Caráter de Vários Líderes, sem Nunca Desistir deles, mas “Os Disciplinou”: Moisés, Jacó, Davi, Pedro, Eu, Você, Nós e os Nossos Futuros Discípulos...!!!
Hoje, até no Mundo Secular as Empresas tem Valorizado as Pessoas de Bom Caráter e estão Descartando as de Mau Caráter...!!!
Descobri numa Leitura de um Livro sobre Liderança que o que mais Derruba Líderes no Mundo Não é Falta de Preparo ou Conhecimento, mas Falta de Caráter!
Essa Mudança começa com uma Decisão, aí vem uma Ação, da Ação vem uma Prática, da Prática vem o Costume e do Costume vem o Caráter...!

Fonte: MonteSiao.pro.br

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